O Outro Lado do Paraíso: Após atentado, Nádia se tornará empregada de Raquel; veja como:

Nádia, que adora viver em meio ao conforto, terá que engolir seu racismo e cuidar de Raquel. Tudo isso acontecerá brevemente e prometerá fortes emoções.

A juíza será vítima de um atentando feito pela megera Sophia e por pouco não ficará paraplégica.  Diante disso, Bruno irá falar para sua mãe que pretende sumir de casa, fazendo com que ela se sinta obrigada a servir de empregada para Raquel.

Depois de ser gravemente atropelada e sair do hospital, a juíza será convidada por Bruno para ficar em sua casa. Bruno vai falar para sua mãe cuidar bem de sua amada e passará todas as informações necessárias para cuidar de Raquel. “Você terá que dar comida e banho na Raquel, e ela ficará hospedada em meu quarto. Quando eu estiver aqui, cuido dela. Quando não, você dará uma fugidinha do salão e cozinha para ela”, explicará ele. “Eu vou ter que servir essa negra? ”, protestará ela.

Bruno passará a ameaçar a dondoca, dizendo que ela está sendo racista e que ele poderá prendê-la por isso. “Em vez disso, você ajuda a Raquel. Se não fizer isso, vou embora dessa casa agora mesmo e nem venho aqui te visitar. Sumo para sempre de sua vida”, afirmará ele.

Sem escolha, Nádia irá seguir as ordens do filho, porém não deixará de provocar a jovem juíza. Raquel dirá que prefere ficar no quartinho de empregada, e a megera retrucará dizendo: “Imagina, aquele é o quarto da senzala. Desculpe, não foi a minha intenção te magoar”, disparará ela.

Raquel agradecerá seu amado pelos cuidados, porém Nádia, no entanto, não ficará nada feliz em servir sua ex-empregada. “Trouxe um lanchinho para você. Ouvi quando disse que estava se sentindo como uma princesa. Quem diria né? Eu sendo empregada de uma negra do quilombo”, dirá Nadia.

“O mundo dá voltas, eu sei que você não está feliz com isso, especialmente por ter que me suportar dentro de sua casa. Mas eu só vim aqui porque preciso e porque seu filho insistiu muito. Já que estou aqui, vou me cuidar e me recuperar logo. A senhora vai ter que me engolir, querendo ou não. Pode continuar me chamando de negra, eu tenho orgulho da minha cor. A senhora é que deveria ter vergonha por ser racista. Já que estou aqui, espero que você cozinhe muito bem. Vai ter que me servir”, fala Raquel.

A troca de ofensas continuará e Raquel aproveitará as oportunidades para mostrar que não tem medo da sogra. “Ainda bem que não continua trabalhando como faxineira, seria difícil voltar ao trabalho tão cedo já que está em recuperação. Aliás, faxineira nem tem direito a fisioterapia, ou tem? Questionará Nádia.

“Tem direito sim, só que o sistema público nem sempre oferece o que é direito do povo. Sua comida está um pouco salgada, se importa de me trazer um copo de água? Eu preciso me hidratar”, pedirá a juíza.

“Muito obrigada. Já disse que a senhora está cuidando muito bem de mim? ”, agradecerá a Raquel. “Não me disse não, mas se é o que pensa, saiba que eu adoro você. Sonho com o dia em que você se casará com meu filho”, falará ela usando um tom irônico. “Não minta mais que é feio e pecado. Pode cair um raio em sua cabeça”, rebaterá a juíza.